Encontro mega especial, no qual
compartilhamos informações, experiências e expectativas à respeito da
gestação e relação mamãe e bebê. Quem não foi, perdeu...mas, vem aí o
próximo encontro direcionado a gestantes e mamães de bebês até 2 anos.
Será dia 30/05/15, vagas limitadas. Em breve mais informações, em caso
de interesse entre em contato! Fotos By Rafaella Martinez Vincentini
quarta-feira, 15 de abril de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
MaternarÉ
É
com enorme alegria que inicio este lindo projeto voltado para a
preparação principalmente psicológica da gestante, mamães de bebês e
"tentantes" com o objetivo de auxiliar na construção de uma vivência
mais equilibrada de todas as emoções e manifestações que ocorrem nessas
fases.
Marcadores:
Eventos,
Filhos,
Filhos e Família,
Gravidez,
Mamãe e Bebê,
MaternarÉ,
Programação 2015,
Sobre crianças e adolescentes
quarta-feira, 11 de março de 2015
A MULHER contemporânea e seus desafios
Passou a data eleita como
“Dia internacional da Mulher”. Datas comemorativas sempre me levam a refletir
sobre suas causas e efeitos, e nesta em especial veio-me inspiração para escrever
algumas ponderações acerca dos dilemas da mulher moderna, e como de praxe friso
que a problemática não se resume no que está pontuado, trata-se, todavia, de
aspectos que, como psicóloga tenho a oportunidade de constatar com maior
relevância entre as mulheres.
A grande variedade e volume de responsabilidades
que a mulher moderna tem assumido tem concedido a ela o status de
“super-mulher”. Sucesso acadêmico e profissional, cuidar de casa e filhos, administrar
relacionamentos e ainda cuidar de si mesma, com a obrigação de fazer tudo isso
de forma impecável. E é nesse contexto que se situa minha reflexão.
Devido às grandes e mudanças ocorridas a partir
da Revolução Industrial, a mulher moderna tem experimentado viver em um mundo
totalmente diferente do que lhe é apresentado na infância, e isso é
relativamente novo para a humanidade que até meados do século passado, as
mudanças se davam de forma muito mais lenta, onde ocorreram muitas transições e
não é aceitável apenas sobreviver, mas, sim ter uma vida de realizações e
significados.
Muitas mulheres carregam autoestima baixa,
depressão, tristezas, traumas; cicatrizes não cuidadas que interferem na
construção de uma vida plena.
Gostaria de estimular cada mulher a não recuar,
não se encolher, não se conformar com uma vida “mais ou menos”; a buscar a
alegria, a realização dos seus sonhos; e não se resignar na mesmice – que
produz angustia do enfado – falo da mesmice que eu chamo de “zona de conforto
do desconforto”, que é a situação de resignar-se, em aconchegar-se em uma
situação e ambiente que a qualquer outra pessoa seria inaceitável, e isso nada
tem a ver com a rotina dos afazeres e responsabilidades que fazem parte do
cotidiano da vida.
Por esses e outros motivos que faço um convite ao
amor próprio, ao encantamento pela vida que há de ser vivida. Acredite na sua
participação indispensável como protagonista de sua biografia. Busque obter o
que é necessário para ação, crie projetos e atue neles! Liberte-se!
Se não conseguir iniciar esse processo sozinha
busque ajuda, mas, mova-se!
“Se não puder voar, corra. Se não puder correr,
ande. Se não puder andar, rasteje, mas continue em frente de qualquer jeito.” Martin
Luther King
Marcadores:
Autoconhecimento,
Autoestima,
Filhos e Família,
Psicoterapia
sexta-feira, 6 de março de 2015
Palestras e Grupos Psicoterapêuticos para Gestantes
PREPAREM-SE
A partir do mês de Março, novidades estarão
chegando à programação de meus trabalhos para 2015; um sonho “gerado”
com muito carinho se concretizará em uma série de encontros com
gestantes e mães de bebês e também com um trabalho mais amplo com grupos
psicoterapêuticos com esses perfis.
Teremos o primeiro encontro que será destinado as gestantes com objetivo das participantes compartilharem suas vivências, sentimentos e refletirem sobre temas referentes à gestação; parto, pós parto, maternidade, paternidade entre outros.
Informações e inscrições pelo e.mail: psicologadjeane@e.mail.com e pelo telefone (13) 3022-3136
Realização e Coordenação Psicóloga Djeane Moura dos Santos Oliveira CRP 06/89385
Realização e Coordenação Psicóloga Djeane Moura dos Santos Oliveira CRP 06/89385
Marcadores:
Eventos,
Filhos e Família,
Gravidez,
MaternarÉ,
Programação 2015,
Sobre crianças e adolescentes
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015
AUTOCONHECIMENTO: A FUNDAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA VIDA FELIZ - parte 2
Você se
conhece e sabe usar esse autoconhecimento para o seu crescimento?
Como já disse em outro texto, “a angústia traz o
desconforto que nos impulsiona a decidir; a cada escolha que optamos decretamos
a morte de outra possibilidade que não foi escolhida, isso frequentemente nos
traz ansiedade frente ao conflito de não termos a competência para vivenciar
tudo que desejamos ao mesmo tempo”. Temos todos, certo grau de dificuldade de
lidar com as críticas, cada um, de acordo com seu repertório tem seu limite e
destreza para lidar com elas, o fato é, que a autocrítica se torna muito
angustiante, quando tem seu fim em si mesma, pois, após o contato com nosso
interior somos convocados às atitudes, que muitas vezes nos requererão coragem,
esforço, insistência, humildade entre outras posturas, que muitas vezes deverão
quebrar os paradigmas pessoais, que vêm carregados de influências
socioculturais, ou seja, o autoconhecimento nos permite a reflexão dos nossos
atos visando buscar as fontes de nossas convicções. Será que realmente penso o
que falo? Ou estou reproduzindo um comportamento aprendido? Ou refletindo um
valor que culturalmente me foi passado? Necessariamente, concordo com eles? Ou
simplesmente reverbero sem a menor reflexão? Ou pior, nem me percebo fazendo o que
teoricamente detesto; somente com o autoconhecimento, podemos responder tais
perguntas.
Um exemplo muito comum é no momento da decisão da
carreira profissional, muitos jovens escolhem por influência familiar sem nem
notar isso, o problema não é eleger uma profissão por indicação ou preferência
dos familiares, mas, não ser essa uma escolha consciente dessa influência, ou
seja, não conhecer os reais pontos motivadores da opção decidida, o que no
momento de dificuldade faz toda a diferença, para uma tomada de atitude mais
concreta em relação ao caminho e alvos a serem seguidos, e isso se aplica a
todas as áreas da vida. Vale frisar que em momentos estressantes que exigem
rapidez de decisão ou postura o autoconhecimento é o diferencial para um
posicionamento assertivo, e sobre assertividade, que é um dos resultados
benéficos do autoconhecimento no campo dos relacionamentos, cabendo aqui a
recomendação à leitura do texto “Assertividade”, publicado na fanpage do
Instituto de Psicologia e Controle do Stress.
Em nível de considerações finais podemos conceituar
o autoconhecimento como a habilidade que propicia um viver autêntico que
permite perceber-se como um ser único, vivendo particularidades mesmo que em
meio ao frenesi do mundo, sem que se seja massacrado por questões em aberto,
nem tampouco permitindo-se realizar comportamentos soltos a “maré”, o que
demonstra insegurança e falta de senso de direção. Uma pessoa que se conhece tem
uma vida mais validada pela satisfação de saber quem é e para onde estar indo,
sedo isso aplicável a todas instâncias da vida. Vale também pontuar que o
autoconhecimento é contínuo, isto é, inalcançável em sua plenitude, já que o
ser humano está em constantes transformações de acordo com suas vivências, por
isso, esse assunto não se esgota num texto, simplesmente pelo fato de não
caber.
Todos os assuntos que se referem ao ser humano são
infinitos a partir da realidade humana das suas especificidades e
particularidades, bem como das convenções de convivência de cada época, ou
seja, cada ser é único e especial, apesar de todos sermos “carne e osso”
carregamos a riqueza de sermos ímpares. Ao se perceber diferente do que
gostaria e/ou tomando um rumo diferente do almejado, é recomendado entender
essa percepção como a manifestação interior à necessidade de um encontro
consigo. Temos em nossas mãos a ferramenta principal para a mudança inicial,
restando apenas aceitar o desafio de viver uma vida menos alienada (leia-se
“alienada”: em função de algo que não faz parte do que se entende como ideal),
vitima de “correntes emocionais” desconhecidas para uma vida mais satisfatória
e agradável de ser vivida.
Marcadores:
Autoconhecimento,
Psicoterapia
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
AUTOCONHECIMENTO: A FUNDAÇÃO PARA A CONSTRUÇÃO DE UMA VIDA FELIZ
Você
verdadeiramente se conhece? Sabe realmente o que anseia? Consegue
mensurar,
ainda que por alto,
as perdas
necessárias para o alcançar o que anseia?
E
se sabe, é capaz de reconhecer o
por
que anseia? Esses
motivos
são tão consistentes a ponto de ser
impossível de desistir?
Eles
valem
todo
esforço exigido para o empreendimento? Perguntas como essas,
são essenciais para que uma pessoa possa se desenvolver e conseguir
estabelecer,
traçar rotas e alcançar
metas de
forma a regozijar-se a
cada êxito.
Pois,
quem não se conhece dará muitas voltas e não chegará ao lugar
almejado.
Autoconhecimento
é conhecer a si mesmo no íntimo. Possuir esse conhecimento propicia
uma
melhor
autointerpretação,
e com
isso a
obtenção de
respostas
a
questões
importantes acerca de quem somos e, principalmente, onde queremos
chegar.
Você realmente se conhece? A
resposta a essa questão só
pode ser obtida
após
profunda análise sobre
as
reais
características pessoais
como:
princípios, valores morais e éticos,
modo de pensar e falar; e após
estar em posse dessas informações, aferir
o
nível de coerência delas
com
os
próprios
atos.
Feito
isso, obtêm-se
um
“raio-X”
de nossa
essência,
todavia,
este
exercício
de
autoexame, nem
sempre é prazeroso, pois, após um olhar minucioso para dentro de
nós mesmos, percebemos coisas que não nos agradam, e que nos põem
diante da pessoa real que somos; e
não
daquela
idealizada por nossos pensamentos e
muitas vezes descritas nas nossas falas. Um
exemplo bem comum, e até “pop”
em alguns
microssistemas
são
frases do tipo “eu falo a verdade, mesmo!”, Será?
Bem, não são necessários muitos argumentos para demonstrar o quão
em círculos anda uma pessoa que vive pautada
por esse tipo de comportamento, pois,
dificilmente “vomitando”
a
desorganização emocional e/ou frustrações se obterá um resultado
satisfatório. Perfeitamente
adequada é a reflexão do psiquiatra e psicanalista britânico
Wilfred Bion: “verdade
sem amor é crueldade, amor sem verdade é hipocrisia”.
A
própria brevidade da vida nos convoca a agir
quando
estamos perante a
nudez
de nosso
âmago. Trocando
em miúdos,
quando
chegamos ao ponto de buscar conhecer-se, isso só aconteceu porque já
manifestou-se em
nós a
inata
necessidade de
ir além do que nos é comum, e
nesse
ponto já admitimos
muitos de
nossos defeitos, limites, qualidades etc., Mas
ir
além de perceber e admitir
é
andar
por terras onde
poucos se aventuram a transitar, no
entanto,
é
exatamente esse
fator que estabelece a diferença entre
as
pessoas que vivem sob o condão da “celebre
filosofia”
do “deixa a vida me levar”, para aquelas que
vivem
com o objetivo
de ter uma vida mais significativa sendo
protagonistas
das
próprias histórias.
Os
antigos gregos entendiam que uma vida feliz era aquela que estivesse
em harmonia com o universo, acreditavam
eles que, assim como os elementos da natureza cumprem seu papel na
existência, como a perfeita alternação entre as estações, as
mudanças das marés em sincronia com as
fases
lua e etc., e
nesse
entendimento,
só
é
possível
que
uma pessoa viva
uma vida feliz, quando ela
está
vivendo de
acordo com o objetivo pelo qual ela exista.
Com o avanço das
ciências
em geral,
em muitas áreas esse entendimento foi relativizado ou até mesmo
colocado por terra, no entanto, no que diz respeito à relação
autoconhecimento - felicidade, tal
princípio
cada
vez mais vem mostrando-se
verdadeiro,
nesse sentido cabe aqui
fazer
menção a
uma
máxima menos erudita, porém bem real que é: “Pessoas
felizes não enchem o saco!”,
simplesmente vivem suas vidas de acordo com seus princípios e
valores.
Abordamos
até aqui alguns elementos subjetivos que envolvem e implicam no
autoconhecimento, isto é, aqueles que dizem repeito diretamente ao
indivíduo e suas ações; a seguir, na próxima postagem, iremos abordar os elementos
externos que influenciam diretamente na formação do indivíduo com
suas convicções e valores, que são os fatores externos.
Marcadores:
Autoconhecimento,
Eventos,
Psicoterapia
Assinar:
Postagens (Atom)
