quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Li esse texto e achei bem legal, por isso, pedi autorização da autora para postá-lo aqui no meu blog, boa leitura e reflitam!

"VAMPIROS ORGANIZACIONAIS"
Autora:Prof. Rita Alonso (RJ)

Fico muito feliz sempre que encontro pessoas com garra e persistência. Hoje em dia quando faço uma seleção de emprego levo muito mais em conta a característica agregadora do candidato do que o seu conhecimento e inteligência. Porque é importante termos nas empresas pessoas com espírito de equipe e não de “EU-quipe”. Pensando assim levo em conta coisas como flexibilidade, percepção, adaptabilidade, iniciativa, criatividade, empatia, etc.

A escolha deste perfil deve-se a tentativa de melhorar o relacionamento inter e intragrupal do corpo de funcionários da empresa. Porque é importante o comportamento para melhoria do clima empresarial, e o que mais encontramos por aí são os “vampiros organizacionais”, aqueles pessimistas que sugam o sangue da gente, os que têm sempre uma palavra pra botar alguém pra baixo, enfim… a maçã podre que contamina todo o cesto.

E, quando a gente menos espera já foi mordido por um vampiro deste e nos transformamos em um também… Sabe, quando a gente está com um problema de saúde, tipo uma dor no braço? Pois bem, dói e vamos ao médico… Mas quando a doença é mental, tipo “vampirismo”, aí fica difícil… porque não se tem a consciência que precisa ser tratada. Quando nos damos conta, já é tarde, já nos tornamos uma pessoa amarga, pessimista, achamos que nada vai dar certo, que tudo na empresa é ruim, o chefe é péssimo, o salário é baixo, os colegas são uns chatos, até a comida do refeitório da empresa costuma ser amarga!!!

É preciso tomar muito cuidado para que pessoas negativistas não nos influenciem, não permitindo que elas decidam como deva ser nosso comportamento ou nossa maneira de pensar e agir… isso me faz lembrar da história do sujeito que todo o dia ao comprar seu jornal dava bom-dia ao jornaleiro e este não respondia; um amigo lhe perguntou, então, porque não desistia de cumprimentar o sujeito e ele respondeu: – Porque não quero que ELE decida como eu devo agir… O dia que eu parar de cumprimentá-lo será ele quem ganhou a batalha do comportamento.

Fonte: http://www.rhevistarh.com.br/portal/?p=2687

Rita Alonso é Professora Universitária, Palestrante Comportamental e Motivacional e atua nas seguintes disciplinas: Recrutamento, Seleção e Treinamento de Pessoal, Relações Humanas na Empresa, Gerência e Liderança de Equipes, Motivação e Liderança e Dinâmica de Grupo.

quinta-feira, 14 de julho de 2011


"O coração alegre aformoseia o rosto, mas pela dor do coração o espírito se abate." Proverbios 15:13

terça-feira, 12 de julho de 2011

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele." Provérbios 22:6



sexta-feira, 8 de julho de 2011

Compras Compulsivas

Olá Caro amigo leitor, podemos observar que com o advento do "mundo moderno", têm surgido muitas situações novas que propiciam vivencias diferentes que até então eram desconhecidas, e pelo fato da humanidade sempre estar em constante mudança, temos obtido e percebido os mais variados resultados, entre eles, um expressivo aumento das dificuldades emocionais. A Compra Compulsiva, sem dúvidas é um problema moderno, que tem muitas questões envolvidas, em seguida tentarei descrevê-las um pouco.

O que é:

A Oneomania (também grafada Oniomania) significa literalmente "mania de comprar", termos utilizados por pesquisadores do comportamento humano, para denominar o comportamento de pessoas que se prejudicam financeira e/ou emocionalmente por comprarem compulsivamente. Primeiramente gostaria de pontuar que existem poucos conhecimentos científicos sobre o assunto, contudo, podemos observar algumas características em comum nos compradores compulsivos, é importante frisar que problemas do gênero têm afetado pessoas, independente de condição econômica, formação acadêmica, credo ou etnia.

Fontes externas:

Muitas questões envolvem as Compras Compulsivas, temos o forte apelo à aquisição dos mais variados ditos “bens de consumo” por intermédio da publicidade veiculada através dos meios de comunicação e vivemos em uma sociedade consumista e, infelizmente, as pessoas muitas vezes são vistas e avaliadas por aquilo que possuem, ostentam ou podem comprar.

Fontes internas:

Minha intenção não é taxar as causas que envolvem o ser humano e a compulsão por comprar ou qualquer outra coisa que o envolva, pois, cada pessoa é única e traz consigo sua história e o seu modo de perceber o mundo. Mas, citarei alguns dados relevantes no que tange a maioria das pessoas que compram compulsivamente.

Sobre os compradores compulsivos, é recorrente um descontentamento em alguma esfera da vida, podendo ser na parte afetiva, sexual, profissional, etc; podem também ter problemas de autoestima e/ou crises depressivas, entre outras questões emocionais mal resolvidas. Ou seja, nestes casos, as compras são um mecanismo de compensação para preencher alguma insatisfação pessoal.

É percebido também que depois de se tornar um vício, o comprador não precisa de nenhum motivo específico para as aquisições, podem ser planejadas ou por impulso e normalmente acontece uma ansiedade que antecede e cresce com o desejo pela compra, que abranda ao executá-la, tendo picos de euforia na hora da obtenção, com uma subsequente tristeza produzida pelo sentimento de culpa, por estar novamente envolvida (o) pelas emoções que a compra lhe traz.

Sinais:

Um sintoma frequente da compulsão por compras está ligado ao endividamento. O comprador compulsivo adquire artigos e com isso vai contraindo dívida para pagar por coisas que na maioria das vezes não serão proveitosas e por conta disto em muitos casos a pessoa não consegue alcançar metas financeiras pré-estabelecidas.

A Compra Compulsiva é um problema que se caracteriza por comprar objetos, roupas, presentes, sapatos, bolsas, etc. em quantidades que a pessoa não precisa ou/e não vai conseguir usar ou/e não vai conseguir pagar. Ocorre com mais frequência entre as mulheres, que em alguns casos; compram de uma vez, várias peças de roupas de um mesmo modelo em cores diferentes, entre outras coisas deste tipo, uma das consequências são armários lotados com roupas e acessórios que nunca serão vestidos.

Outra observação sobre as pessoas que sentem compulsão por comprar, é que gostam de influenciar outras pessoas a também fazerem compras.

O que fazer?

Quando há suspeitas de que alguém próximo possa estar Comprando Compulsivamente, basicamente pode se observar: Uma simples necessidade de organização financeira ou alguma questão emocional que precisa ser resolvida e/ou percebida, tal observação, pode colaborar para que aja conscientização e mobilização familiar, que, com carinho pode-se descrever o que tem percebido levando o comprador à reflexão sobre possíveis causas e as prováveis consequências de sua compulsão.

O tratamento não é simples, porque comprar é muito prazeroso para alguém que desenvolveu esse mecanismo para se sentir bem, portanto, é difícil a pessoa se motivar.

Algumas medidas sempre ajudam, como por exemplo:

• Não ter talão de cheques, nem cartão de crédito e cotidianamente sair de casa com pouco dinheiro;

• A família e pessoas próximas se recusarem a emprestar dinheiro;

• Força de vontade e disciplina: se a pessoa aguentar alguns minutos de ansiedade por comprar e se opor ao impulso, a vontade de obter aquele produto se dilui.

• Psicoterapia: Pode contribuir, não simplesmente para "encontrar as causas”, mas, principalmente para obtenção de uma aproximação de “si mesmo” e com isso a conquista do autoconhecimento que é a base de uma boa autoestima, e que, consequentemente leva a pessoa perceber fontes de frustração, insatisfação, entre muitas outras “descobertas” pessoais, a psicoterapia também pode auxiliar na busca de alternativas para satisfação mais saudáveis do que as Compras.

A Compra Compulsiva, assim como o vício (Compulsão) em jogos, pode levar à falência, divórcio, perda de emprego e até mesmo tentativas de suicídio.

Por isso, é importante observar e pedir ajudar quando for necessário, a primeira vista, parece um “hábito prazeroso”, mas, ao fazermos uma análise mais de perto, percebemos que é algo destrutivo. Como tudo que se refere ao ser humano, devemos considerar as questões pessoais de cada ser, que é único; contudo, tomei a liberdade de escrever um pouco sobre as Compras Compulsivas, meu objetivo não foi fazer generalizações e nem esgotar o assunto, mas, divulgar e propor uma aproximação sobre o referido tema.

Por hora, acredito que abrirmos uma discussão e desejo que contribua para conhecimento e crescimento do leitor, se houver alguma contribuição ou dúvida, não hesite entre em contato! Até a próxima!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.                                                           (Cora Coralina)


quinta-feira, 2 de junho de 2011

BULLYING

Como combinado segue abaixo uma breve apresentação sobre o bullying, seus sintomas e algumas possíveis medidas de combate a tal violência. Este tema como todos os outros que se referem ao ser humano, é extenso, pois, cada ser é único, percebe a vida de uma forma peculiar e reage de maneira diferente diante das situações que a vida lhe apresenta, abaixo discorro sobre alguns aspectos que considero relevantes para o momento, sabendo que o assunto não será esgotado, deixo este espaço aberto para o leitor, caso tenha alguma dúvida ou contribuição que entenda que é importante para a propagação da informação e ação social sobre o assunto. Então, vamos começar nossa troca de informações!

O bullying pode ser descrito como o comportamento agressivo encontrado principalmente entre estudantes. São ações de agressão física, verbal, moral ou psicológica que acontecem repetitivamente, sem motivo evidente, praticados por um ou vários alunos contra outro, em uma relação desigual de poder. A palavra bullying é um termo inglês que decorre do verbo to bully que significa ameaçar, intimidar e dominar.

Pesquisas em muitos países apontam que a vítima de bullying pode sofrer muito, desenvolver quadros depressivos e em casos mais graves pode resultar em até tentativas de suicídio.

Esta não é uma violência qualquer, pois, ela acontece no grupo em que a criança ou adolescente necessita pertencer, onde precisa se sentir aceito; estas vivências tem uma parte importante no processo saudável de amadurecimento psicológico e no preparo para a vida adulta.

Sentir-se desprezado nesse período especial da vida é uma experiência que deixa marcas que podem ser suavizadas, mas, jamais serão esquecidas. Por esse motivo e, especialmente, por ser um problema que pode ser prevenido, enfraquecido e até impedido, que o bullying faz jus a uma vigilância especial de educadores, familiares e de toda a sociedade.

A rejeição e ações violentas têm raízes remotas na historia do homem. As pessoas diferentes frequentemente são alvos de perseguição e covardia. No entanto, no atual estágio da civilização, tornam-se inadmissíveis as desculpas “clássicas” para não agir contra a angústia psicológica e física de crianças e jovens que se destacam por algum motivo, como por exemplo: gagueira; uso de óculos; obesidade; magreza ou até, desempenho acadêmico “exemplar”, que pode fomentar a inveja e vingança.

Para desespero das vítimas, frequentemente as ameaças e intimidações são mantidas através da internet, que seria o chamado Cyberbullying, piorando a tortura, já que até na sua ausência são agredidos, ou seja, mesmo que não seja “frente a frente”, os perseguidores podem oprimir.

Gostaria de descrever abaixo alguns itens que considero importantes para informação:

Tipos de Agressão no Bullying:

Física: Exemplos: bater, empurrar, derrubar e ferir;
Verbal: Exemplos: Xingar, ameaçar, e gritar;
Moral ou Psicológica: Exemplos: amedrontar, apelidar, discriminar, humilhar, dominar, excluir e perseguir.
Sexual: Assediar, insinuar, abusar e violentar.

Tipos de Cyberbullying

Bullying direto: é o mais comum, o autor envia agressões verbais por e.mails, celular ou através dos afamados recados das redes sociais;
Criação de Websites: Páginas na internet são criadas com intensão de atacar e humilhar a vítima;
Impersonalização: Ocorre quando uma pessoa se faz passar por outra, seja, invadindo e.mails e perfis pessoais; ou inventado perfis falsos. O autor pode ofender outras pessoas para culpar a vítima, ou, se comportar “inadequadamente” para que as outras pessoas pensem que as atitudes estranhas na internet são da vítima, cultivando, irá e preconceito;
Fórum de discussões: Onde o tema central será a vítima. Os algozes são cruéis, fazendo comentários vexatórios que podem ser vistos e complementados por todos que tiverem acesso ao local onde está ocorrendo à discussão. (exemplo de locais onde acontecem os fóruns: redes sociais, blogs, entre outros);
Postagens de fotos e vídeos: Nesse caso, as imagens registradas podem ser variadas, alteradas e divulgadas atreladas à propagandas e informações humilhantes;

Algumas consequências nas vítimas:

• Resistência a ir para escola;
• Dor de cabeça, febre e até taquicardia momentos antes de sair de casa;
• Perda de apetite;
• Insônia;
• Tendência ao isolamento;
• Crises de choro na volta do colégio;
• Queda do desempenho escolar;
• Depressão;
• Ansiedade
• Entre outros.

Algumas consequências nos autores da violência:

• Tendência ao uso abusivo de álcool e outras drogas;
• Envolvimento em lutas corporais;
• Tendência ao envolvimento com a criminalidade;
• Agressividade;
• Repetição de padrão de comportamento em outras esferas sociais, como por exemplo: na vida adulta, ter comportamentos de desrespeito ao próximo no ambiente de trabalho.

Alguns sinais de alerta para identificar alguém que está sendo alvo de Bullying:

• Conquista de poucos amigos;
• Passa o recreio sozinho;
• Não possui “melhor” amigo;
• Chega em casa chorando, quando volta da escola e não consegue explicar;
• Tem medo de ir para escola;
• Chega em casa como o material escolar destruído;
• Tem pertences roubados repetidamente na escola;
• Evita atividades escolares como passeios, festas e esportes;
• Apresenta marcas e machucados sem explicação lógica para tal;
• É agredido, mas, não consegue se defender;
• É excluído de programações por parte dos outros alunos;
• Entre muitos outros.

Qual é o papel dos pais?

• Monitore o que seu filho faz na escola e no computador;
• Não permita que poste fotos muito expositivas na internet (exemplo: fotos de biquínis e sungas);
• Estimular o assunto em casa. Na maioria das vezes, as vitimas tem vergonha e medo de falar à família sobre o bullying;
• Mostre ao se filho a importância do respeito mutuo;
• Não incentivar a criança a revidar. Isso só vai provocar ansiedade em alguém que, nessas circunstâncias, tem extrema dificuldade de se impor;
• Orientar o seu filho a procurar um adulto na escola no momento em que sofrer agressão ou ver algum colega passando por situações constrangedoras provocadas por outros colegas;
• Se for constatada a ocorrência de agressão; ir à escola e solicitar um trabalho com os alunos, com o objetivo de sanar o problema; além de acompanhar seu filho com todo apoio familiar (acolhimento, compreensão, aceitação e etc.);
• Nos casos mais graves, em que os estragos na vida da criança são expressivos, recomenda-se buscar amparo com profissional de psicologia;

Bom, esse é um resumo das questões que envolvem o Bullying, de qualquer forma precisamos nos comprometer com o objetivo de promover uma escola mais saudável, pois, a violência nunca será um caminho positivo, amar e ser amado, aceitar e ser aceito, são os sentimentos e decisões que podem contribuir na construção de um mundo melhor. Conto com você nessa empreitada! Até o próximo post!

Bibliografias consultadas:

Livro: Manual antibullying para alunos, pais e professores, editora Best Seller, autor Dr. Gustavo Teixeira;

Revista Veja: Edição 20 de Abril de 2011 edição 2213 – ano 4 – n.º 16