terça-feira, 12 de julho de 2011

"Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho, não se desviará dele." Provérbios 22:6



sexta-feira, 8 de julho de 2011

Compras Compulsivas

Olá Caro amigo leitor, podemos observar que com o advento do "mundo moderno", têm surgido muitas situações novas que propiciam vivencias diferentes que até então eram desconhecidas, e pelo fato da humanidade sempre estar em constante mudança, temos obtido e percebido os mais variados resultados, entre eles, um expressivo aumento das dificuldades emocionais. A Compra Compulsiva, sem dúvidas é um problema moderno, que tem muitas questões envolvidas, em seguida tentarei descrevê-las um pouco.

O que é:

A Oneomania (também grafada Oniomania) significa literalmente "mania de comprar", termos utilizados por pesquisadores do comportamento humano, para denominar o comportamento de pessoas que se prejudicam financeira e/ou emocionalmente por comprarem compulsivamente. Primeiramente gostaria de pontuar que existem poucos conhecimentos científicos sobre o assunto, contudo, podemos observar algumas características em comum nos compradores compulsivos, é importante frisar que problemas do gênero têm afetado pessoas, independente de condição econômica, formação acadêmica, credo ou etnia.

Fontes externas:

Muitas questões envolvem as Compras Compulsivas, temos o forte apelo à aquisição dos mais variados ditos “bens de consumo” por intermédio da publicidade veiculada através dos meios de comunicação e vivemos em uma sociedade consumista e, infelizmente, as pessoas muitas vezes são vistas e avaliadas por aquilo que possuem, ostentam ou podem comprar.

Fontes internas:

Minha intenção não é taxar as causas que envolvem o ser humano e a compulsão por comprar ou qualquer outra coisa que o envolva, pois, cada pessoa é única e traz consigo sua história e o seu modo de perceber o mundo. Mas, citarei alguns dados relevantes no que tange a maioria das pessoas que compram compulsivamente.

Sobre os compradores compulsivos, é recorrente um descontentamento em alguma esfera da vida, podendo ser na parte afetiva, sexual, profissional, etc; podem também ter problemas de autoestima e/ou crises depressivas, entre outras questões emocionais mal resolvidas. Ou seja, nestes casos, as compras são um mecanismo de compensação para preencher alguma insatisfação pessoal.

É percebido também que depois de se tornar um vício, o comprador não precisa de nenhum motivo específico para as aquisições, podem ser planejadas ou por impulso e normalmente acontece uma ansiedade que antecede e cresce com o desejo pela compra, que abranda ao executá-la, tendo picos de euforia na hora da obtenção, com uma subsequente tristeza produzida pelo sentimento de culpa, por estar novamente envolvida (o) pelas emoções que a compra lhe traz.

Sinais:

Um sintoma frequente da compulsão por compras está ligado ao endividamento. O comprador compulsivo adquire artigos e com isso vai contraindo dívida para pagar por coisas que na maioria das vezes não serão proveitosas e por conta disto em muitos casos a pessoa não consegue alcançar metas financeiras pré-estabelecidas.

A Compra Compulsiva é um problema que se caracteriza por comprar objetos, roupas, presentes, sapatos, bolsas, etc. em quantidades que a pessoa não precisa ou/e não vai conseguir usar ou/e não vai conseguir pagar. Ocorre com mais frequência entre as mulheres, que em alguns casos; compram de uma vez, várias peças de roupas de um mesmo modelo em cores diferentes, entre outras coisas deste tipo, uma das consequências são armários lotados com roupas e acessórios que nunca serão vestidos.

Outra observação sobre as pessoas que sentem compulsão por comprar, é que gostam de influenciar outras pessoas a também fazerem compras.

O que fazer?

Quando há suspeitas de que alguém próximo possa estar Comprando Compulsivamente, basicamente pode se observar: Uma simples necessidade de organização financeira ou alguma questão emocional que precisa ser resolvida e/ou percebida, tal observação, pode colaborar para que aja conscientização e mobilização familiar, que, com carinho pode-se descrever o que tem percebido levando o comprador à reflexão sobre possíveis causas e as prováveis consequências de sua compulsão.

O tratamento não é simples, porque comprar é muito prazeroso para alguém que desenvolveu esse mecanismo para se sentir bem, portanto, é difícil a pessoa se motivar.

Algumas medidas sempre ajudam, como por exemplo:

• Não ter talão de cheques, nem cartão de crédito e cotidianamente sair de casa com pouco dinheiro;

• A família e pessoas próximas se recusarem a emprestar dinheiro;

• Força de vontade e disciplina: se a pessoa aguentar alguns minutos de ansiedade por comprar e se opor ao impulso, a vontade de obter aquele produto se dilui.

• Psicoterapia: Pode contribuir, não simplesmente para "encontrar as causas”, mas, principalmente para obtenção de uma aproximação de “si mesmo” e com isso a conquista do autoconhecimento que é a base de uma boa autoestima, e que, consequentemente leva a pessoa perceber fontes de frustração, insatisfação, entre muitas outras “descobertas” pessoais, a psicoterapia também pode auxiliar na busca de alternativas para satisfação mais saudáveis do que as Compras.

A Compra Compulsiva, assim como o vício (Compulsão) em jogos, pode levar à falência, divórcio, perda de emprego e até mesmo tentativas de suicídio.

Por isso, é importante observar e pedir ajudar quando for necessário, a primeira vista, parece um “hábito prazeroso”, mas, ao fazermos uma análise mais de perto, percebemos que é algo destrutivo. Como tudo que se refere ao ser humano, devemos considerar as questões pessoais de cada ser, que é único; contudo, tomei a liberdade de escrever um pouco sobre as Compras Compulsivas, meu objetivo não foi fazer generalizações e nem esgotar o assunto, mas, divulgar e propor uma aproximação sobre o referido tema.

Por hora, acredito que abrirmos uma discussão e desejo que contribua para conhecimento e crescimento do leitor, se houver alguma contribuição ou dúvida, não hesite entre em contato! Até a próxima!

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Não sei se a vida é curta ou longa para nós, mas sei que nada do que vivemos tem sentido, se não tocarmos o coração das pessoas. Muitas vezes basta ser: colo que acolhe, braço que envolve, palavra que conforta, silencio que respeita, alegria que contagia, lágrima que corre, olhar que acaricia, desejo que sacia, amor que promove. E isso não é coisa de outro mundo, é o que dá sentido à vida. É o que faz com que ela não seja nem curta, nem longa demais, mas que seja intensa, verdadeira, pura enquanto durar. Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.                                                           (Cora Coralina)


quinta-feira, 2 de junho de 2011

BULLYING

Como combinado segue abaixo uma breve apresentação sobre o bullying, seus sintomas e algumas possíveis medidas de combate a tal violência. Este tema como todos os outros que se referem ao ser humano, é extenso, pois, cada ser é único, percebe a vida de uma forma peculiar e reage de maneira diferente diante das situações que a vida lhe apresenta, abaixo discorro sobre alguns aspectos que considero relevantes para o momento, sabendo que o assunto não será esgotado, deixo este espaço aberto para o leitor, caso tenha alguma dúvida ou contribuição que entenda que é importante para a propagação da informação e ação social sobre o assunto. Então, vamos começar nossa troca de informações!

O bullying pode ser descrito como o comportamento agressivo encontrado principalmente entre estudantes. São ações de agressão física, verbal, moral ou psicológica que acontecem repetitivamente, sem motivo evidente, praticados por um ou vários alunos contra outro, em uma relação desigual de poder. A palavra bullying é um termo inglês que decorre do verbo to bully que significa ameaçar, intimidar e dominar.

Pesquisas em muitos países apontam que a vítima de bullying pode sofrer muito, desenvolver quadros depressivos e em casos mais graves pode resultar em até tentativas de suicídio.

Esta não é uma violência qualquer, pois, ela acontece no grupo em que a criança ou adolescente necessita pertencer, onde precisa se sentir aceito; estas vivências tem uma parte importante no processo saudável de amadurecimento psicológico e no preparo para a vida adulta.

Sentir-se desprezado nesse período especial da vida é uma experiência que deixa marcas que podem ser suavizadas, mas, jamais serão esquecidas. Por esse motivo e, especialmente, por ser um problema que pode ser prevenido, enfraquecido e até impedido, que o bullying faz jus a uma vigilância especial de educadores, familiares e de toda a sociedade.

A rejeição e ações violentas têm raízes remotas na historia do homem. As pessoas diferentes frequentemente são alvos de perseguição e covardia. No entanto, no atual estágio da civilização, tornam-se inadmissíveis as desculpas “clássicas” para não agir contra a angústia psicológica e física de crianças e jovens que se destacam por algum motivo, como por exemplo: gagueira; uso de óculos; obesidade; magreza ou até, desempenho acadêmico “exemplar”, que pode fomentar a inveja e vingança.

Para desespero das vítimas, frequentemente as ameaças e intimidações são mantidas através da internet, que seria o chamado Cyberbullying, piorando a tortura, já que até na sua ausência são agredidos, ou seja, mesmo que não seja “frente a frente”, os perseguidores podem oprimir.

Gostaria de descrever abaixo alguns itens que considero importantes para informação:

Tipos de Agressão no Bullying:

Física: Exemplos: bater, empurrar, derrubar e ferir;
Verbal: Exemplos: Xingar, ameaçar, e gritar;
Moral ou Psicológica: Exemplos: amedrontar, apelidar, discriminar, humilhar, dominar, excluir e perseguir.
Sexual: Assediar, insinuar, abusar e violentar.

Tipos de Cyberbullying

Bullying direto: é o mais comum, o autor envia agressões verbais por e.mails, celular ou através dos afamados recados das redes sociais;
Criação de Websites: Páginas na internet são criadas com intensão de atacar e humilhar a vítima;
Impersonalização: Ocorre quando uma pessoa se faz passar por outra, seja, invadindo e.mails e perfis pessoais; ou inventado perfis falsos. O autor pode ofender outras pessoas para culpar a vítima, ou, se comportar “inadequadamente” para que as outras pessoas pensem que as atitudes estranhas na internet são da vítima, cultivando, irá e preconceito;
Fórum de discussões: Onde o tema central será a vítima. Os algozes são cruéis, fazendo comentários vexatórios que podem ser vistos e complementados por todos que tiverem acesso ao local onde está ocorrendo à discussão. (exemplo de locais onde acontecem os fóruns: redes sociais, blogs, entre outros);
Postagens de fotos e vídeos: Nesse caso, as imagens registradas podem ser variadas, alteradas e divulgadas atreladas à propagandas e informações humilhantes;

Algumas consequências nas vítimas:

• Resistência a ir para escola;
• Dor de cabeça, febre e até taquicardia momentos antes de sair de casa;
• Perda de apetite;
• Insônia;
• Tendência ao isolamento;
• Crises de choro na volta do colégio;
• Queda do desempenho escolar;
• Depressão;
• Ansiedade
• Entre outros.

Algumas consequências nos autores da violência:

• Tendência ao uso abusivo de álcool e outras drogas;
• Envolvimento em lutas corporais;
• Tendência ao envolvimento com a criminalidade;
• Agressividade;
• Repetição de padrão de comportamento em outras esferas sociais, como por exemplo: na vida adulta, ter comportamentos de desrespeito ao próximo no ambiente de trabalho.

Alguns sinais de alerta para identificar alguém que está sendo alvo de Bullying:

• Conquista de poucos amigos;
• Passa o recreio sozinho;
• Não possui “melhor” amigo;
• Chega em casa chorando, quando volta da escola e não consegue explicar;
• Tem medo de ir para escola;
• Chega em casa como o material escolar destruído;
• Tem pertences roubados repetidamente na escola;
• Evita atividades escolares como passeios, festas e esportes;
• Apresenta marcas e machucados sem explicação lógica para tal;
• É agredido, mas, não consegue se defender;
• É excluído de programações por parte dos outros alunos;
• Entre muitos outros.

Qual é o papel dos pais?

• Monitore o que seu filho faz na escola e no computador;
• Não permita que poste fotos muito expositivas na internet (exemplo: fotos de biquínis e sungas);
• Estimular o assunto em casa. Na maioria das vezes, as vitimas tem vergonha e medo de falar à família sobre o bullying;
• Mostre ao se filho a importância do respeito mutuo;
• Não incentivar a criança a revidar. Isso só vai provocar ansiedade em alguém que, nessas circunstâncias, tem extrema dificuldade de se impor;
• Orientar o seu filho a procurar um adulto na escola no momento em que sofrer agressão ou ver algum colega passando por situações constrangedoras provocadas por outros colegas;
• Se for constatada a ocorrência de agressão; ir à escola e solicitar um trabalho com os alunos, com o objetivo de sanar o problema; além de acompanhar seu filho com todo apoio familiar (acolhimento, compreensão, aceitação e etc.);
• Nos casos mais graves, em que os estragos na vida da criança são expressivos, recomenda-se buscar amparo com profissional de psicologia;

Bom, esse é um resumo das questões que envolvem o Bullying, de qualquer forma precisamos nos comprometer com o objetivo de promover uma escola mais saudável, pois, a violência nunca será um caminho positivo, amar e ser amado, aceitar e ser aceito, são os sentimentos e decisões que podem contribuir na construção de um mundo melhor. Conto com você nessa empreitada! Até o próximo post!

Bibliografias consultadas:

Livro: Manual antibullying para alunos, pais e professores, editora Best Seller, autor Dr. Gustavo Teixeira;

Revista Veja: Edição 20 de Abril de 2011 edição 2213 – ano 4 – n.º 16

quarta-feira, 18 de maio de 2011

VIOLÊNCIA

Quatro em cada dez crianças vítimas de abuso sexual foram agredidas pelo próprio pai, diz pesquisa

Agência Brasil

Uma pesquisa realizada no Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP) revela que o combate e a prevenção de abusos sexuais a crianças precisam ser feitos, principalmente, dentro de casa. Segundo o estudo, quatro de cada dez crianças vítimas de abuso sexual foram agredidas pelo próprio pai e três, pelo padrasto.

Os resultados foram obtidos após a análise de 205 casos de abusos a crianças ocorridos de 2005 a 2009. As vítimas dessas agressões receberam acompanhamento psicológico no HC e tiveram seu perfil analisado pelo Programa de Psiquiatria e Psicologia Forense (Nufor) do hospital.

Segundo Antonio de Pádua Serafim, psicólogo e coordenador da pesquisa sobre as agressões, em 88% dos casos de abuso infantil, o agressor faz parte do círculo de convivência da criança.

O pai (38% dos casos) é o agressor mais comum, seguido do padrasto (29%). O tio (15%) é o terceiro agressor mais comum, antes de algum primo (6%). Os vizinhos são 9% dos agressores e os desconhecidos são a minoria, representando 3% dos casos.

“É gritante o fato de o pai ser o maior agressor. Ele é justamente quem deveria proteger”, afirmou Serafim, sobre os dados da pesquisa, que ainda serão publicados na Revista de Psiquiatria Clínica da Faculdade de Medicina da USP. “As crianças são vítimas dentro de casa.”

A pesquisa coordenada pelo psicólogo mostra também que 63,4% das vítimas de abuso são meninas. Na maioria dos casos, a criança abusada, independentemente do sexo, tem menos de 10 anos de idade.

Para Serafim, até pela pouca idade das vítimas, o monitoramento das mães é fundamental para prevenção dos abusos. Muitas crianças agredidas não denunciam os agressores.

Elas, porém, dão sinais de abusos em seu comportamento, segundo Serafim. Por isso, as mães devem estar atentas às mudanças de humor das crianças. “Uma mudança brusca é a maior sinalização de abuso”, disse.

fonte:http://www.atribuna.com.br/noticias.asp?idnoticia=93980&idDepartamento=8&idCategoria=0
Acesso 18/05/2011 às 14:23

segunda-feira, 18 de abril de 2011

REJEIÇÃO

Quero neste post propor uma reflexão sobre as consequências da rejeição e também a possível vitória sobre ela; suas causas podem ser inúmeras, incluindo: pré-conceitos, sentimentos e preferências pessoais, tais como: cor de pele, inveja, frustração mal elaborada em relação ao sexo idealizado para o bebê que irá nascer, um exemplo bem comum é o caso de pais desejam um “menininho” e nasce “menininha” ou vice e versa, entre muitas outras situações.

Ao falar de relacionamentos, a rejeição é um fator de “feridas emocionais” recorrentes em histórias familiares, profissionais, amorosas e entre outras.

Numa tentativa de descrever a rejeição no âmbito de relacionamento humano, podemos observá-la como um conjunto de atitudes de uma pessoa ou grupo para com outra(s) pessoa(s) que despertam diferentes respostas da parte rejeitada; em muitos casos são traduzidas em reações e posturas que afetam negativamente a capacidade de se relacionar e o bem estar do indivíduo que sofreu a rejeição.

Milhões de pessoas de todas as partes do mundo sofrem a dor da rejeição.

Gostaria de dizer que: embora você possa ter sido rejeitado por outros e mesmo que ocasionalmente ainda hoje as pessoas possam rejeitá-lo, pode ser liberto do poder da rejeição. A rejeição pode "estar aí", mas, você não precisa se apropriar dela; “você pode se sair bem desta”.

Seguem abaixo algumas dicas para iniciar esse processo de libertação, não estou dizendo com isso, que é um processo fácil ou que existem ”receitas como de bolo” prontas para seguir e livrar da aflição da rejeição, porque cada ser é único, cada um tem seus limites, particularidades e ritmo.

O primeiro passo é reconhecer seu valor, que é único e particular. Saber que seu valor não está naquilo que alguém PENSA à seu respeito, mas, naquilo que Sabe que é! Por isso o autoconhecimento é tão valioso, é através dele que nos visualizamos, e é a partir daí que a possibilidade de acreditarmos em conceitos falsos dados a nós pelos outros se torna mínima.

A rejeição traz um tormento interior muito grande, pois, a pessoa que é rejeitada, comumente tem uma postura de autorejeição, o que pode acarretar em: depressão, negativismo, falta de autoconfiança, magoa, hostilidade, personalidade controladora, melindre, autopiedade, entre outros.

O segundo passo é ter paciência e compromisso consigo, assim como: quando começamos uma dieta, precisamos ter paciência e compromisso para obter os benefícios estéticos e qualidade de vida; precisamos perseverar frente as dificuldades com disciplina para não desistimos de nos desprender de sentimentos que nos fazem mal.

Cura Exige Tempo e Compromisso. Muitas vezes você irá se perceber envolvido por sentimentos que não o fazem bem, quando ocorrerem esses momentos, NÃO DESISTA, siga em frente, pois, mesmo se houverem poucos avanços, ainda são melhores do que nenhum.

Quantas vezes sofremos de forma insuportável porque alguém não nos deu o que pensávamos que deveria nos dar? E a pessoa não tinha a “menor idéia” daquilo que tínhamos expectativa.

O terceiro passo é tomar cuidado com sua percepção, ou seja, como você vê as coisas. Precisamos nos atentar ao fato de que muitas vezes, sentimos que alguém está nos rejeitando quando, na verdade, não está. Algumas vezes, nós sofremos por causa de uma interpretação pessoal mal sucedida.

Temos que "ter em nossos corações" que mesmo que seja inevitável experimentar a rejeição, podemos enfrentá-la vitoriosamente, sem ser devastado por ela.

Não seria honesto dizer que você pode viver sua vida sem nunca ser rejeitado, ao lidar com pessoas, você deve lembrar-se que é impossível que elas ajam sempre de maneira perfeita, uma das coisas que causam problemas nos relacionamentos é a expectativa irrealista de perfeição.

Nós, humanos, temos uma tendência de tentar mudar os outros, rejeitando o que não nos agrada ou o que não sabemos lidar. Tentamos “treinar” a pessoas de forma que elas nunca nos machuquem.

Ao se proteger demais, para não sentir a dor da rejeição, cria-se outro tipo de sofrimento. A solidão! Além disso, não se gera bons sentimentos saber que poderia estar interagindo com outras pessoas e vivendo bons relacionamentos, enquanto você permanece o tempo todo sozinho se protegendo por que um dia foi ferido.

Se você tiver de tomar a decisão de prosseguir várias vezes, porque, “volta e meia, dá uma emperrada”, Decida! Se você não prosseguir, sempre estará “amarrado” ao passado.

Se perceber que precisa de ajuda profissional não hesite!

Falando de ações dos outros que nos afetam, continuaremos a refletir sobre como termos vidas melhores e contribuir para que a vida do nosso próximo seja também de qualidade; e para a próxima postagem estou preparando um breve esclarecimento sobre bullying e algumas dicas de como identificar possíveis vítimas desse mal, que tem marcado profundamente muitas vidas ao redor do Mundo. Inclusive há uma meta de inclusão social estabelecida pela ONU para o ano de 2011 e o governo federal tem implementado uma serie de medidas para amenizar esta lacuna da nossa sociedade. ”Mãos à Obra”. Aguarde!